Após ser pauta de mais de 200 mil notícias que geraram 206 milhões de compartilhamentos nos últimos cinco anos, chega ao fim a Lava Jato. Entre os sites que mais geraram shares um se destaca. Entre G1, UOL, Estadão, Veja e Folha lá está o República de Curitiba, com 277 milhões de compartilhamentos nos últimos 4 anos. Coincidência ou não, a audiência – e a produção de conteúdo cai drasticamente após os primeiros episódios da #VazaJato.

Os portais que mais ganharam engajamento foram UOL (22.9M), G1 (16.8M), Estadão (10.9M), República de Curitiba (8.8M), Veja (8.4M), Folha (7.8M) e Antagonista (5.4M).

As matérias com destaque foram: Michel Temer e Moreira Franco são presos pela Lava Jato do RJ (1.6M), Valor movimentado na Lava Jato soma R$ 8 trilhões (1.3M), Lava Jato é exemplo mundial de combate à corrupção, diz juiz americano (1M), Tribunal unânime impõe a Lula sua mais pesada pena na Lava Jato, 17 anos de prisão (1M) e Desembargador que ampliou pena de Lula assume o ‘Tribunal da Lava Jato’ (1M).
O pico de produção de artigos acontece em fevereiro/17, período de êxtase com a operação, com alertas para a “ofensiva contra a Lava Jato”. Outros, mais empolgados, pediam que a operação “chegasse ao poder judiciário”.
O primeiro pico de compartilhamentos ocorre em março/19, com a prisão de Temer e Moreira Franco. Já o maior pico de compartilhamentos ocorre em junho/19, quando da divulgação da #VazaJato.

[…] Entre os maiores escândalos da ilegalidades da operação, destaca-se a série de reportagens que ficou conhecida como Vaza Jato. As revelações de relações promíscuas entre procuradores e juízes, em especial Sérgio Moro, começaram em 2019 no The Intercept Brasil. A partir daí, o destino da Lava Jato começou a ganhar seu desenho final. “Coincidência ou não, a audiência – e a produção de conteúdo cai drasticamente após os primeiros episódios da #VazaJato”, aponta o analista de mídias sociais Pedro Barciela, em seu site Essa Tal Rede Social. […]
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[…] Entre os maiores escândalos da ilegalidades da operação, destaca-se a série de reportagens que ficou conhecida como Vaza Jato. As revelações de relações promíscuas entre procuradores e juízes, em especial Sérgio Moro, começaram em 2019 no The Intercept Brasil. A partir daí, o destino da Lava Jato começou a ganhar seu desenho final. “Coincidência ou não, a audiência – e a produção de conteúdo cai drasticamente após os primeiros episódios da #VazaJato”, aponta o analista de mídias sociais Pedro Barciela, em seu site Essa Tal Rede Social. […]
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[…] nem nas ruas nem nas redes sociais , nenhum dos dois anúncios gerou mais indignação. O imenso capital político e social […]
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[…] ni en las calles ni en las redes sociales, ninguno de los dos anuncios generó mayor indignación. El inmenso capital político y social […]
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[…] ni en las calles ni en las redes sociales, ninguno de los dos anuncios generó mayor indignación. El inmenso capital político y social […]
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[…] ni en las calles ni en las redes sociales, ninguno de los dos anuncios generó mayor indignación. El inmenso capital político y social […]
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[…] history. When the task force was dissolved on Feb. 1, almost no one took to the streets or social media to mourn its […]
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[…] el grupo de trabajo se disolvió el 1 de febrero, casi nadie salió a las calles ni a las redes sociales para lamentar su […]
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